31 de Outubro - Nuno Rancho

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Nuno Rancho - Unready Demo out now

Fez-se à estrada, em 2002, numa Wheelchair . Eram os primeiros metros. A rebeldia dos Nirvana, a melodia dos Pearl Jam e a melancolia de Jeff Buckley, foram o mote para dois anos de viagem. Em 2004, foi a vez de trocar de veículo, este, mais amigo de ambiente. Os covers foram a chave na ignição de um motor que, a cada metro de estrada, se foi tornando mais exigente. Rapidamente passaram aos originais e, em 2007, o lançamento do EP “Question Mark” marca o desvio dos Kyoto para a auto-estrada, na qual permanecem. Ao volante, as mesmas mãos, cada vez mais seguras. Já em 2008, e em simultâneo, os TiMaria são o pretexto para juntar família e amigo(s) de longa data, num veiculo movido a um combustível mais eléctrico.

Nuno, Jerónimo ou até ambos, poderá soar a oco. Já “Rancho” é mais melodioso. Uma viagem tranquila, por sonoridades que passam ainda por Andrew Bird, Radiohead, Rufus Wainwright ou Damien Rice. Independentemente dos estilos, a mesma consistência, de uma voz harmoniosa e melódica. “Unready Demo”, para tirar as teimas.

By Pedro Jeronimo @ Katchume.blogspot.com

3 Outubro - Steven Delannoye Trio

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This Trio exists since 2004 en concentrates itself mainly on the playing of own work. In their compostitions you will hear influences of jazz, rock, spiritual music and free jazz. The trio makes a mix of deep songs and free improvisation were the vastness and intimacy of the acoustic sounds move to the foreground.
Every concert is an adventure for the audience as for the three musicians.
In the past the trio played in Belgium in:
‘Hopper’
‘The Music Village’
‘L’Archiduc’
‘Jazzzolder’
‘Bâtard Festival’
‘Hnita-jazz club’
‘Hot Club de Gand’
‘Jazzstation’ ...
to name a few.
Last year the Steven Delannoye Trio won the third price on the finale of the prestigious international jazz contest ‘Jazz Hoeilaart’.

Band site

Musicians:

Steven Delannoye (saxophones)
Steven graduated in 2006 at the Lemmens-Institute in Leuven in the jazz-department, where his teachers were Frank Vaganée, Peter Hertmans, Pierre Van Dormael, Dré Pallemaerts and Ron Van Rossum. He was also taught by John Ruocco and Ben Sluijs, and he took workshops with Phil Woods, Dave Liebman, Bob Mintzer, Bill Carrothers, Billy Hart, Tony Malaby, Mark Turner...

Steven is soprano-, alto- and tenorsaxophone player in his own trio and quartet Sammys On The Bowery.
As a sideman he works/ed with DelvitaGroup, Wayne Shorter Tribute, Brussels Jazz Orchestra, Buscemi, Mopti, Peter Hertmans Sextet, Egon, MuchoGusto, Tuesdaynightorchestra, Free Breathing Ensemble, …

He freelances in the young Belgian jazz scene on different occasions in clubs. He is also teacher in the music schools of Tielt, Flanders and Schaarbeek, Brussels.
Steven Delannoye plays in his own bands with Steven Cassiers, Frederik Leroux, Nicolas Rombouts, Yannick Peeters, Lionel Beuvens
and also as sideman with Bart Van Caenegem, Bruno Castellucci, Robin Verheyen, Sal La Rocca, Otti Van Der Werf, Frank Vaganée, Dré Pallemaerts, Philippe Aerts , Ron Van Rossum, Peter Hertmans, Brussels Jazz Orchestra, Ewout Pierreux, Louis Favre, Tim De Jonghe, Toon Van Dionant, Chantal Willie, Manolo Cabras, Olivier Wéry,…
www.myspace.com/sammysonthebowery


Yannick Peeters (double bass)
Yannick started out by playing the piano and after a few years she added contra bass and then gradually became more focused on jazz.
She followed lessons in Dworp (Belgium), where she was taught by an Italian contra bassist Riccardo del Fra and later by Stefan Lievestro, Philippe Aerts and Nicolas Thys.
In preparation for her Conservatory studies she followed lessons by Piet Verbist at the Kunsthumaniora in Antwerpen (Belgium). She then studied three more years with Piet at the Conservatory of Antwerpen and was later taught by Gulli Gudmundsson.
Yannick followed numerous workshop by musicians like Gary Peacock, Nicolas Thys, Marc Ducret, Gulli Gudmundsson, Bill Carrothers trio, Rob Madna, David Liebman. She also studied for 4 months at the “Musikhogskolan” in Göteborg (Sweden) where she followed lessons by Anders Jormin. Yannick graduated from the Conservatory of Antwerpen in June 2005.
Yannick has already played with some famous musicians from the Belgian jazz scene, such as Kurt Van Herck, Dre Pallemaerts, Frank Vaganee, Sara Meyer, Bart Van Caenegem and Fre Desmyter.
She plays with Muni and Lijm and her own ‘Yannick Peeters Trio’ features two Swedish musicians: Joel Wästberg on saxophone and Fredrik Hamrå on drums.


Lionel Beuvens (drums)
Lionel Beuvens was born in 1981 in Charleroi. After studying in the music school for classic percussion, he took jazz lessons with Nathalie Loriers and summer camps with jazz legend Billy Hart and Bob Moses. He studied in the conservatories of Brussels (with Garcia Morales ans Pieter Bast), Leuven (with Dré Pallemaerts), and Den Haag (with Eric Ineke).
He plays with Sabin Todorov trio,Dacosse, Alien Bitesize, Steven Delannoye trio, Christian Mendoza trio, Chroma, Nicolas Kummert 4tet, Eve Beuvens trio, Peter Hertmans Quartet, aRtet and formed his own band Grass Monkeys.

CANCELADO 10 Outubro - Jam Session com elementos do RED Trio e dos Woods

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Após o concerto de Sonny Simmons / Bobby Few / Masa Kamaguchi no Teatro Académico de Gil Vicente, no Salão Brazil RED Trio e Woods.

Elementos RED Trio:
Rodrigo Pinheiro - piano
Hernâni Faustino - contrabaixo
Gabriel Ferrandini - bateria

Elementos Woods:

Bruno Parrinha - clarinete alto
Hernâni Faustino - contrabaixo
João Camões - viola
João Parrinha - bateria
João Pedro Viegas - clarinete baixo
Miguel Mira - violoncelo

2 Outubro às 22h30 - Norberto Lobo

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Norberto Lobo, um músico lisboeta e Mudar de Bina é o seu primeiro álbum em nome próprio. Um disco quase absolutamente centrado na sonoridade da guitarra acústica e, por essa via, na capacidade expressiva e interpretativa de Norberto Lobo como guitarrista.

«Muito poucos conseguiram traduzir a nostalgia de ser português em arte. Carlos Paredes foi um dos poucos que o conseguiu e a imortalidade da sua música distinguiu-o como um dos mais notáveis criadores saídos da nossa terra. É a Carlos Paredes que o jovem guitarrista Norberto Lobo dedica o seu disco de estreia e ao ouvirmos a sua música sente-se por vezes essa ambição de registar a essência da alma lusa. E se é um facto que neste seu disco inaugural, que é também um solo absoluto, Norberto se aproxima da noção mal definida de "música portuguesa", usa-a também como ponto de partida para chegar a outras fronteiras.
O título do disco é uma indisfarçável referência ao tema de Paredes e a homenagem não se fica pela tona, há mesmo uma versão do tema original, "Mudar de Vida". Norberto aplica-lhe a sua extraordinária técnica e, apesar das diferenças, não envergonha o original - para se perceber a dimensão do elogio relembro que falamos do genial guitarrista português Carlos Paredes (1925-2004). Mas o disco não se encerra nessa dimensão de tributo, desvenda um instrumentista de raro talento e viaja até outras latitudes.
O nome Norberto Lobo começou a ser falado há uns meses, quando o programa de rádio Má Fama gerou um certo burburinho. Os concertos que se seguiram, na Galeria ZDB e na Sociedade Guilherme Cossoul, confirmaram as expectativas e alimentaram o culto. Coisa rara, surgiu entre nós um magnífico instrumentista que vai além das fronteiras estáticas de um género. Também ele um brioso herdeiro da folk americana de John Fahey, Norberto revela com este disco uma consistência de que poucos se podem orgulhar.
O método lo-fi que caracteriza o disco (segundo consta, o álbum foi literalmente gravado em casa e na rua) pode ser visto como statement e até se enquadra na toada classicista do álbum, mas o que mais interessa é mesmo o material gravado, que é uma pedra no charco nacional. Neste disco, a técnica, mais do que mero combustível para exibição circense, está ao serviço da arte. Pelas mãos de Norberto Lobo aquelas composições resultam em interpretações belíssimas. Só ficou mesmo a faltar a deliciosa cover acústica do genérico da melhor série dos anos '90 (sim, MacGyver), mas tal como Norberto nos concertos a deixa para o encore, ficamos agora nós à espera desse rebuçado num próximo disco.» Nuno Catarino

Bilhete - 5€
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